05/11/2017
Cinto de segurança: por que usá-lo?

Muitas pessoas, ao dirigir, não usam cinto de segurança, principalmente nos centros urbanos de cidades médias e pequenas. È um hábito que, caso haja um acidente, pode originar consequências graves.  

Quando há um “acidente de carro” com mortes, o motorista e os caronas não usavam o cinto. Pensa-se: “se eles estivessem usando, se salvariam...”. Esse pensamento é verdadeiro?

O cinto de segurança é um dispositivo de defesa dos ocupantes de um meio de transporte. O mesmo serve para, em caso de colisão, não permitir a projeção do passageiro para fora do veículo e nem que este bata com a cabeça contra o para-brisas ou outras partes duras do veículo. O cinto de segurança é obrigatório em aviões e veículos com motores, exceptomotos, em quase todos os países do mundo incluindo Portugal e Brasil.

Muitas pessoas não gostam de usar o cinto de segurança por achar que é incômodo ou por medo de ficar presas em caso de acidente. Mas o alto valor das multas para quem não usa cinto de segurança (hoje até 500 euros em Portugal, cerca de 150 reais no Brasil) incentiva o uso. Estatísticas demonstram que o uso do cinto de segurança reduz tanto a gravidade dos acidentes quanto a ocorrência de ferimentos.

Originalmente, os cintos de segurança envolviam apenas o abdômen do usuário, permitindo assim que o tronco fosse projetado para a frente no momento da desaceleração. Aperfeiçoados, os equipamentos modernos (chamados de cintos de segurança de três pontos) cruzam o peito do usuário, proporcionando-lhe maior segurança. Contudo, no banco de trás da maioria dos veículos os cintos ainda são do modelo antigo - e por isso frequentemente são desprezados. Isto é um erro, porque em caso de acidente os ocupantes de trás sempre são projetados para a frente, ferindo-se e pondo em maior risco a integridade dos ocupantes dos assentos dianteiros.

Em certos modelos de automóveis modernos, uma campainha soa ininterruptamente enquanto os cintos de segurança não forem afivelados, obrigando os ocupantes do veículo a usá-los. Em outros, um mecanismo de correr montado ao longo do batente das portas afivela automaticamente os cintos assim que estas são fechadas.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Cinto_de_seguran%C3%A7a.  

Apesar de não evitar acidente, o uso do cinto ameniza as consequências, evitando até mortes (ver o vídeo real: https://www.youtube.com/watch?v=FaYZkaRZF3M.  

Mesmo que maioria use, se um passageiro não usar, pode provocar consequências graves para os outros ocupantes do veículo (ver o vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=mAZa3GrnYKU).  

Quando se trata de crianças ou de corpos leves, o impacto negativo é maior (ver o vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=6QdA8h29jzw).

Todos devem usar o cinto, motoristas, caronas e passageiros (ônibus e transportes comerciais), mesmo em pequenas distâncias. O proprietário ou representante do veiculo deve indicar o uso, mas se houver resistência, deve obrigar, desde quando é lei.    

Conclui-se que usar o cinto em qualquer situação pode evitar consequências graves. O seu uso, de forma repetitiva, se torna um hábito, podendo ser até prazeroso, pois haverá uma associação com algo positivo.

● Por André Luiz Alves de Souza

● É psicanalista. Atende na Clinica Fisioderm. Cel.: 73 99973.6482 (Vivo-com whatsApp); 73 98829.7602 (Oi).  

● É professor concursado.

● É psicopedagogo.

● É licenciado em Filosofia; pós-graduado em Psicopedagogia; formado, clinicamente, em Psicanálise.

● É professor de cursos para concursos e convidado de faculdades. 

● Escreve para o blog: http://comportamentoesociedade.zip.net. 

● Críticas, sugestões de temas, títulos e assuntos: drandresouza@hotmail.com.

 

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